26 Novembro 2007

Fragments from a Space Cadet é o primeiro e único álbum (até agora), do dinamarquês Kenneth Bager. Neste seu registo, há um caldeirão de influências que vão da dance, electronica, world, dub, ambient, jazz, leftfield até à pop e que resultam num álbum atmosférico, quente e intimista. Kenneth Bager conta com as colaborações de Julee Cruise (3 músicas), Camilla Munck, Gisli, Jacob Fischer, Syd Matters e o lendário violinista de jazz Jean Luc Ponty. Cada música é um fragmento que faz parte de uma só história que é o álbum.
Só por curiosidade, fica aqui a tracklist do álbum:

01- Fragment Six – Speak My Name
02- Fragment Zero - …and I Kept Dubbin
03- Fragment One - … and I Kept Hearing
04. Fragment Two – The First Picture
05. Fragment Eight – The Sound of Swing
06. Fragment Seven – Les Fleurs
07. Fragment Three – Walther & Viola
08. Fragment Four – Love Won’t Leave Me Alone
09. Fragment Nine – Would You Like To Seduce Me?
10. Fragment Eleven – The Day After Yesterday I - The Meeting
11. Fragment Eleven – The Day After Yesterday II - Travelling
12. Fragment Eleven – The Day After Yesterday III - The Story
13. Fragment Eleven – The Day After Yesterday IIII - Reflections
14. Fragment Eleven – The Day After Yesterday IIIII – It Will Never Happen Again

Para ver, fica o vídeo do tema Fragment one (… and i kept hearing). É um bocado atrevidote este vídeo!


Kenneth Bager featuring Gisli - Fragment one (… and i kept hearing)

01 Novembro 2007

Matthew Dear - Asa bread

Mas há quanto tempo que eu já tinha vontade de escrever sobre o senhor Matthew Dear. Ainda não o tinha feito porque não havia encontrado um videoclip do seu último álbum, mas agora aqui vai.
O techno minimal que caracterizavam Mattheew Dear, ora na sua vertente mais dançável, ora adornado com um certo "sutornismo", ficou remetido para os seus dois anteriores registos, Leave luck to heaven (2003) e Backstroke (2004).

Este seu último álbum Asa bread (2007), está cheio de canções pop perfeitas e envolventes, daquelas que trauteamos o dia inteiro. Apesar de neste novo registo se deixar levar completamente pelo formato canção, Matthew Dear não põe de parte toda a aprendizagem no mundo do techno que teve para trás e esta é uma das características mais surpreendentes em Asa Breed, é o facto de este utilizar inúmeros elementos do techno mais minimal em autênticas canções pop. Nas últimas músicas do disco há ainda uma guitarra acústica a soar, o que acrescenta um toque de tech-folk ao disco. Matthew Dear abre assim novos horizontes na sua criação, e que bem que lhe fica. Cheira-me a um dos álbuns do ano!


Matthew Dear - Don and Sherri

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