29 Abril 2008
Electric President, formados por Ben Cooper e Alex Kane, chegam da Florida. Contam com dois albuns lançados pela editora alemã Morr Music (casa de gente como Lali Puna, MÚM, Tarwater, Styrofoam, etc, etc), Electric President (2006) e Sleep well (2008). O seu som trilha caminhos que vão da pop à electrónica passando pela indie e ainda por umas piscadelas de olho à música folk. Fica por aqui o tema Insomnia, tema que faz parte do seu primeiro álbum e que também integrou a banda sonora daquela série foleira chamada The OC.
Electric President - Insomnia
Postado por
de Pina
às
3:37 AM
0
comentários
25 Abril 2008
Second Person vêm de terras de sua majestade e trazem influências do trip-hop e do jazz. Os seus álbuns combinam a voz com linhas de baixo obscuras, riffs delicados de piano e batidas bem definidas formando aquilo a que se designa de post trip-hop. Em 2001, a cantora/pianista Julia Johnson e o produtor/baixista Mark Maclaine conheceram-se e formaram a banda. Em meados de 2004 o baterista Álvaro López veio completar a banda e então nasceu o seu primeiro álbum Chromatography. Depois foi sempre a somar, em 2006 lançam Live at the Bedford, dvd ao vivo e o mini álbum The elements sai em 2007. Entretanto um novo álbum deve estar pra saír este ano.
Fica por aqui o vídeo do tema Gone Fishing, vídeo que já ganhou alguns prémios em festivais de curtas metragens. E se quiserem despender um bocado de tempo passem pelo youtube e vejam outros vídeos da banda porque valem bem a pena.
Second Person - Gone Fishing
Postado por
de Pina
às
1:08 PM
3
comentários
24 Abril 2008
Diferente #2
Pois é, eu gosto da Ovelha Choné. Ovelha Choné é uma série de animação muito bem feita e muito bem disposta que passa na 2 de segunda a sexta, por volta das 12:30h. O seu criador é Nick Park, o mesmo que criou Wallace e Gromit e que fez a longa metragem A fuga das galinhas.
Deixo aqui a música do genérico e algumas imagens que mostram do que a Ovelha Choné e o seu rebanho são capazes. A música é a do genérico original, mas a do genérico português também não fica atrás.
Ovelha Choné - Life's a treat
Aviso: Esta série é viciante!
Postado por
de Pina
às
8:45 PM
1 comentários
17 Abril 2008
Different Places é o álbum de estreia dos Plastic Operator, duo formado por Mathieu Gendreau e Pieter Van Dessel, canadiano e belga respectivamente. A sua sonoridade situa-se entre a sensibilidade pop dos Pet Shop Boys e dos Erasure, a indie pop electrónica dos The Postal Service e as atmosfereas sonoras dos Daft Punk. É uma formula ganhadora esta da combinação de beats, vozes, teclados, uma guitarra acústica e um violino aqui e ali. Um electro-pop bem intencionado, simples e muito agradável.
Plastic Operator - Home 0207
Postado por
de Pina
às
1:25 AM
0
comentários
14 Abril 2008
De cortar à Naifa
A Naifa para quem não conhece, é um projecto português que pega no fado e lhe junta umas pitadas de electrónica. As canções são criadas a partir de poemas de autores portugueses contemporâneos como Adília Lopes, José Mário Silva, José Luís Peixoto, entre outros. A banda surgiu em 2004 e é constituida por Luís Varatojo (que integrou no passado os Peste & Sida) na guitarra portuguesa, João Aguardela (que integrou os já há muito extintos Sitiados e que depois teve um projecto a solo interessantíssimo, de seu nome Megafone) no baixo, Maria Antónia Mendes na voz e Paulo Martins na bateria. A Naifa já conta com três discos lançados, Canções subterrâneas (2004), 3 Minutos Antes de a Maré Encher (2006) e Uma inocente inclinação para o mal (2008). Este fim-de-semana tive a oportunidade de os ver ao vivo pela primeira vez e consequentemente participar num concerto envolvente, com um palco simples mas com um excelente jogo de luzes e com a voz de Maria Antónia que é de cortar à Naifa.
Deixo para rodar, o tema Música do seu primeiro álbum.
A Naifa - Música
Postado por
de Pina
às
6:14 PM
1 comentários
09 Abril 2008
CunninLynguists, a apresentar o rap
Quando se fala de rap vem-nos logo à cabeça aquele estereótipo dos carrões, do ouro e mulheres seminuas a abanaram-se ao som de umas batidas e uns vocais agressivos. Ao ouvirmos CunninLynguists reparamos que o estereótipo não podia estar mais errado. Se alguém me pedisse para lhe apresentar o rap, eu escolheria os álbuns deste trio que vem do sul dos Estados Unidos. Kno, o homem dos beats, parece ter toda uma banda ao seu dispor. Os seus instrumentais são doces, equilibrados, bem espigados, beats que não têm paralelo dentro do rap actual. Os emcees de serviço, Deacon The Villain e Natti, escrevem boas letras, interessantes e com os mais variados temas, não vivendo obcecados com os ditos estereótipos nem chegando perto, apesar de também falarem em mulheres em alguns temas. Mas quem não fala?
Ao ouvir a sua discografia fica-nos a certeza da maturidade que o grupo veio adquirindo. O culminar dessa maturidade é o seu quarto e mais recente trabalho, Dirty acres (2007). É um trabalho cheio de ambientes, com instrumentais suaves, e com os emcees a mandarem um flow tranquilo. Ideal para se ouvir a qualquer hora do dia e essencial para quem tem bom gosto musical. Apresento-vos o rap, apresento-vos os CunninLynguists.
CunninLynguists - Lynguistics
CunninLynguists - K.K.K.Y.
Postado por
de Pina
às
6:33 PM
0
comentários
07 Abril 2008
Mais Suécia
Lo-Fi-Fnk são formados por Leo Drougge e August Hellsing e vêm da Suécia. Boylife de 2006, o seu único longa duração até ao momento, remete-nos para o universo dos anos 80 e da sua synthpop, onde se cruzam sintetizadores e teclados com harmonias vocais. É um álbum alegre, dançável onde se mistura a indie com a o electropop e também com umas pitadas de funk. Não dá para ficar sentado...
Lo-Fi-Fnk - Steppin Out
Postado por
de Pina
às
6:15 PM
3
comentários
04 Abril 2008
The LK (abreviatura de The Love of Kevin, Colour, Chaos and the Sound of K) chegam de Malmö, Suécia. Este duo formado por Lindefelt e Frederik, faz um som electro-pop, são melodias simples e alegres que entram no ouvido e ficam. No seu álbum de estreia Vs the snow, há pontos de contacto com The Postal Service. E como são 7 e meia da manhã, não estou com cabeça para mais e por isso deixo uma crítica ao álbum, extraída sem a devida autorização de pitchforkmedia.com.
"The key to the album's infectiousness, though, lies not so much in the vocals as in the bouncy basslines that percolate at the bottom of the songs. "Tamagotchi Freestyle" rides one of these , a disco-worthy descending phrase that perfectly backs up the instrumental hook, which Fredrik swaps between guitar and cornet. The lyrics mercifully skip any references to the once-ubiquitous digi-pets of the title in favor of calls to burn Elvis alive, and the immolation of a pop icon has never sounded quite this appealing.
I would've called "Tamagotchi Freestyle" a standout, but frankly by that standard half the album would be standouts. In addition to being a good pop record, it's a good details record-- dig the echoing pings and odd, watery guitar tone on closer "Yellow Ribbons", for instance. "Stop Being Perfect" has a great verse melody to set up the chorus, but the bed of electronic tones that worms its way through the beat is just as interesting. Then there are the staccato blasts the underpin the beginning of "Private Life of a Cat"-- what are they made of? It sounds like guitar and trumpet and white noise all smashed together to make one sound.
And speaking of cats, one of mine was completely freaked out by the way the backing vocals on "Eurovision" are injected into the song. He was convinced the sound was coming from someone in the room. The album hits a bit of a lull toward the end, with a few slow tracks that don't grab with nearly the force of their neighbors, but overall The LK Vs. the Snow is a sharp collection of songs that keeps pulling me back for more."
The LK - Stop Being Perfect
Postado por
de Pina
às
7:25 AM
0
comentários
