30 Junho 2008

Aqui há phado!

Marco Miranda transforma-se em M-PeX para misturar fado com electrónica. Este projecto nacional combina a guitarra portuguesa com electrónica experimental, broken' beat e Drum'n'Bass. O texto que se segue, retirado daqui, explica melhor.

"A tradição envolve-se com a modernidade numa relação que tem tanto de promíscua como de frutífera e verdadeiramente interessante. M-PeX é um projecto que alia a Guitarra Portuguesa à música electrónica, e que ousa explorar paisagens musicais nunca antes visitadas. Uma experiência arrojada que estabelece um teste aos nossos sentidos, que se atreve a derrubar clichés e que prova que a música tradicional também pode ser moderna, ou vice-versa. Imagine-se o som cristalino de uma Guitarra Portuguesa. Imagine-se um laptop a debitar ritmos electrónicos. M-PeX é isso mesmo, música electrónica com Guitarra Portuguesa. Ou talvez seja Guitarra Portuguesa com electrónica. De qualquer forma, o projecto cruza estilos musicais aparentemente inconciliáveis. Mas afinal parece que é possível. O resultado não é Fado, nem electrónica, nem apenas a soma dos dois: é algo de indefinível que nasce do casamento da tradição com a inovação."

M-PeX lançou este ano o seu álbum de estreia Phado e de Phado fica o tema Hydheia.

M-PeX - Hydheia

27 Junho 2008

Sem net...

Caros visitantes, isto para além de ter sido um fim de ano lectivo louco em termos de trabalho, também não tem estado a correr bem para o meu computador. Devido a um problema nas minhas entradas usb, estou sem net e só voltarei a ter quando o levar a uma consulta, que não sei quando acontecerá, mas espero que aconteça o mais breve possível. Espero que não deixem de visitar aqui o bloguezinho porque assim que puder colocarei aqui muitas novidades.
Saudações

23 Junho 2008

Este meu blog tem andado parado ultimamente devido ao fim de ano lectivo louco que tive, onde quase nem arranjei tempo para dormir.

Andei envolvido nisto:




e nisto:



e mais em uma data de coisas. Mas agora está tudo a voltar à normalidade e vou dar a atenção devida ao blog.

Saudações

08 Junho 2008

Dive Index é um projecto Nova-iorquino lideradado por Will Thomas (que também lança sob o pseudónimo de Plumbline, música electrónica minimal). Uma mistura de elementos electrónicos e acústicos estão na base de vocais melancólicos e emocionais conduzidos por vários convidados, Natalie Walker, Merz, Cat Martino e Ian Masters. Também a nivel instrumental Dive Index conta com várias colaborações, desde Kevin O'Donnell (baterista de Andrew Bird/Jon Rauhouse), C.J. Camerieri (músico colaborador de Rufus Wainwright) e Julia Kent e Maxim Moston (Violoncelistas e violinistas de Antony & the Johnsons). Mid/Air, único álbum do projecto até ao momento, é um álbum para quem quer fazer uma viagem musical tranquila, pessoal e bastante confortável.

Dive Index - Water In Our Hands

Cai trip-hop sobre Beirute

Os Soap Kills são um duo libanês, constituido por Zeid Hamdan e Yasmin Hamdan. Formados em 1997, começaram por tocar rock em festas privadas, até descobrirem a música electrónica, nomeadamente o trip-hop. Na sua música combinam a música árabe clássica com as linguagens do trip-hop. Contam com três álbuns de originais (pelo menos são aqueles de que eu tenho conhecimento, porque a informação que se encontra sobre o grupo não é muita), Bater (2001), Cheftak (2002) e Enta fen (2005). Fica para ouvir o tema Tango do álbum Cheftat.

Soap Kills - Tango

01 Junho 2008

Blue Sky Black Death são Kingston e Young God, produtores originários de São Francisco. Esta dupla é capaz de fazer pérolas instrumentais, mas também de produzir bons temas de Rap. Eu gosto deste tipo de produtores que não se resumem só ao cantinho do rap e exploram várias sonoridades, mostrando que sabem mais do que arranjar umas batidas. Contam com dois álbuns em nome próprio, A Heap of Broken Images (2006) (álbum duplo com um cd instrumental e outro com colaborações de vários MCs) e Late Night Cinema (2008) (completamente instrumental) e com outros dois em parceria com outros tantos MCs, Razahs Ladder (2007) com Hell Razah e The Holocaust (2006) com Holocaust. Nos seus álbuns instrumentais, exploram sonoridades que vão muito além das influências do hip-hop, e traçam caminhos dentro do trip-hop, constroem sons de chillout cinematográfico e de algum electro envolvido em algodão. Há muito piano, muitos violinos e alguns samplers de vozes. Cada música conta uma história e os seus álbuns são autênticos filmes.

Blue Sky Black Death - A private death

Locations of visitors to this page