Marco Miranda transforma-se em M-PeX para misturar fado com electrónica. Este projecto nacional combina a guitarra portuguesa com electrónica experimental, broken' beat e Drum'n'Bass. O texto que se segue, retirado daqui, explica melhor.
"A tradição envolve-se com a modernidade numa relação que tem tanto de promíscua como de frutífera e verdadeiramente interessante. M-PeX é um projecto que alia a Guitarra Portuguesa à música electrónica, e que ousa explorar paisagens musicais nunca antes visitadas. Uma experiência arrojada que estabelece um teste aos nossos sentidos, que se atreve a derrubar clichés e que prova que a música tradicional também pode ser moderna, ou vice-versa. Imagine-se o som cristalino de uma Guitarra Portuguesa. Imagine-se um laptop a debitar ritmos electrónicos. M-PeX é isso mesmo, música electrónica com Guitarra Portuguesa. Ou talvez seja Guitarra Portuguesa com electrónica. De qualquer forma, o projecto cruza estilos musicais aparentemente inconciliáveis. Mas afinal parece que é possível. O resultado não é Fado, nem electrónica, nem apenas a soma dos dois: é algo de indefinível que nasce do casamento da tradição com a inovação."
M-PeX lançou este ano o seu álbum de estreia Phado e de Phado fica o tema Hydheia.
M-PeX - Hydheia
30 Junho 2008
Aqui há phado!
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de Pina
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2:37 AM
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27 Junho 2008
Sem net...
Caros visitantes, isto para além de ter sido um fim de ano lectivo louco em termos de trabalho, também não tem estado a correr bem para o meu computador. Devido a um problema nas minhas entradas usb, estou sem net e só voltarei a ter quando o levar a uma consulta, que não sei quando acontecerá, mas espero que aconteça o mais breve possível. Espero que não deixem de visitar aqui o bloguezinho porque assim que puder colocarei aqui muitas novidades.
Saudações
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de Pina
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10:54 PM
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23 Junho 2008
Este meu blog tem andado parado ultimamente devido ao fim de ano lectivo louco que tive, onde quase nem arranjei tempo para dormir.
Andei envolvido nisto:
e nisto:
e mais em uma data de coisas. Mas agora está tudo a voltar à normalidade e vou dar a atenção devida ao blog.
Saudações
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de Pina
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3:18 AM
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08 Junho 2008
Dive Index é um projecto Nova-iorquino lideradado por Will Thomas (que também lança sob o pseudónimo de Plumbline, música electrónica minimal). Uma mistura de elementos electrónicos e acústicos estão na base de vocais melancólicos e emocionais conduzidos por vários convidados, Natalie Walker, Merz, Cat Martino e Ian Masters. Também a nivel instrumental Dive Index conta com várias colaborações, desde Kevin O'Donnell (baterista de Andrew Bird/Jon Rauhouse), C.J. Camerieri (músico colaborador de Rufus Wainwright) e Julia Kent e Maxim Moston (Violoncelistas e violinistas de Antony & the Johnsons). Mid/Air, único álbum do projecto até ao momento, é um álbum para quem quer fazer uma viagem musical tranquila, pessoal e bastante confortável.
Dive Index - Water In Our Hands
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de Pina
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7:14 PM
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Cai trip-hop sobre Beirute
Os Soap Kills são um duo libanês, constituido por Zeid Hamdan e Yasmin Hamdan. Formados em 1997, começaram por tocar rock em festas privadas, até descobrirem a música electrónica, nomeadamente o trip-hop. Na sua música combinam a música árabe clássica com as linguagens do trip-hop. Contam com três álbuns de originais (pelo menos são aqueles de que eu tenho conhecimento, porque a informação que se encontra sobre o grupo não é muita), Bater (2001), Cheftak (2002) e Enta fen (2005). Fica para ouvir o tema Tango do álbum Cheftat.
Soap Kills - Tango
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de Pina
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7:07 PM
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01 Junho 2008
Blue Sky Black Death são Kingston e Young God, produtores originários de São Francisco. Esta dupla é capaz de fazer pérolas instrumentais, mas também de produzir bons temas de Rap. Eu gosto deste tipo de produtores que não se resumem só ao cantinho do rap e exploram várias sonoridades, mostrando que sabem mais do que arranjar umas batidas. Contam com dois álbuns em nome próprio, A Heap of Broken Images (2006) (álbum duplo com um cd instrumental e outro com colaborações de vários MCs) e Late Night Cinema (2008) (completamente instrumental) e com outros dois em parceria com outros tantos MCs, Razahs Ladder (2007) com Hell Razah e The Holocaust (2006) com Holocaust. Nos seus álbuns instrumentais, exploram sonoridades que vão muito além das influências do hip-hop, e traçam caminhos dentro do trip-hop, constroem sons de chillout cinematográfico e de algum electro envolvido em algodão. Há muito piano, muitos violinos e alguns samplers de vozes. Cada música conta uma história e os seus álbuns são autênticos filmes.
Blue Sky Black Death - A private death
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7:58 AM
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