31 Outubro 2008

Nem só de crise financeira e de Björk vive a Islândia. O projecto Sometime chega da capital Reykjavík e traz um caldeirão de inflências, que vão desde os Krafwerk aos Joy Division, passando pelos Moloko, Angelo Badalamenti, sonoridades de jazz, dub, synthpop, etc, etc. Este ecletismo de influências resulta numa sonoridade electrónica dificil de catalogar, mas que se parece com um synthpop e electro-pop, misturados com uma voz jazz de Diva de la Rosa, e com uns scratchs e samplers que aparecem pela mão de Dj Dice. Em 2007 lançaram o seu único álbum até então, intitulado com um nome não muito fácil de pronunciar, Supercalifragilisticexpialidocious. Para uma informação um pouco mais completa deixo o texto que fui buscar ao Myspace da banda:

"Formed by Icelandic music veterans SOMETIME has gotten critical acclaim in spite of their very short lifespan. With only few concerts underway the band is concidered one of the most interesting new Icelandic outfits and has spearheaded a 90's revival wave in Reykjavik.
How can this happen? It's easy if you got the right ingredients:

- A super technical and inventive drummer of Iceland's leading Indie rock band Maus. theDANNI has been the heartbeat of the most active and award winning Indie rock band for over a decade, releasing over 6 albums and endless string of hits.
- DJ DICE, the turntable wizkid formerly of Iceland's biggest rapgroup Quarashi from their Xeneizes period. Dice is known for going in different directions with his sounds and music.
- CURVER the producer responsible for numerous PA meltdowns in his duet Ghostigital with Einar Orn of the Sugarcubes shows his more sensitive side with SOMETIME. Adding live dub-mixing and audiomanipulation tricks he uses in his awardwinning productions for rock gods Mnus and Singapore Sling, Kimono, Maus and of course Ghostigital.
- The group was perfected with jazz vocalist DIVA DE LA ROSA. Giving the blend an exotic and mysterious flavor. Jazz diva by day, famed DJ by night gives SOMETIME the edge and inspiration for they're 90's fused beat/soundworld. "

Sometime - In shadows


Sometime - Catch me if you can

30 Outubro 2008

Chris Green a.k.a Broken, Trace Hibbard a.k.a Grounded1 e James Norman A.k.a James Norman formam os (n1nth)cloud. Eles começaram a fazer música juntos durante os tempos de liceu e actualmente têm três álbuns, Self titled (2005), Dos (2006) e Sides (2008). E o que é que fazem estes sócios? fazem muito mais do que hip-hop. A sua sonoridade é uma espécie de rap indie electrónico, com grande produção e batidas brutais, com vocais melódicos e com um flow muito particular que está muito além do convencional rap. Os (n1nth)cloud estão na linha de alguns projectos da Anticon e o álbum Sides estará muito provavelmente, nas minhas escolhas para melhores do ano. Para ouvir fica o excelente tema Out of tune retirado do seu último LP, e ouçam mesmo isto porque é mesmo muito bom.

(n1nth)cloud - Out of tune

28 Outubro 2008

O duo Jacaszek & Miłka é originário da Polónia. Ambos têm projectos a solo, mas juntos já lançaram dois álbuns, Mapa (2001) e Sequel (2005). Com um trip-hop fortemente influenciado pelas sonoridades do jazz, perto das estruturas do velho jazz polaco, e onde a poesia cantada se funde com a electrónica moderna. Nos seus álbuns há muita guittarra jazzy, umas flautas que vão aparecendo de vez em quando e uma data de sons apanhados não sei onde. Não percebo nada do que a cantora Miłka diz, porque canta em polaco, e isso dá-lhe um toque exótico, mas independentemente disso, o seu som é relaxante e muito agradável. Fica aqui para ver e ouvir o vídeo do tema Szary Mary, que presumo ser do seu ábum Mapa, e presumo porque este tema não vem no seu segundo LP e quanto ao primeiro eu não o consigo arranjar.

Jacaszek & Miłka - Szary Mary

27 Outubro 2008

De Oslo, Noruega, chegam os 3-11 Porter, constituidos por Tracee Meyn nas vozes, Svein Hansen na guitarra e Per A. Bertheussen nas vozes e nas teclas. A sua sonoridade pode caracterizar-se como sendo um pop, com elementos jazz e com uma brisa de trip-hop aqui e ali. Em 2003 lançaram o álbum Nurse me, e que segundo as informações que recolhi, só estava disponível na Noruega e na Polónia. Este ano lançaram os seu segundo álbum intitulado de Surround me. No myspace eles dizem o seguinte:

"To put 3-11 Porter in a genre is not easy, they have definitely made their own style, pop music with some dark and melancholic elements, combined with Per Arnes subliminal lyrics. 3-11 Porters first single Surround Me With Your Love has created a lot of buzz in the international marked being played by a wide range of international DJ's as well as getting radio play in many key European territories. This track is on a wide range of international compilations where probably Hotel Costes is the most successful. The track Surround Me With Your Love is also used in Rimmel Londons commercial with Kate Moss. The band has been on more than 2 million sold compilations throughout the world. 3-11 Porter will be released in countries like Germany, Poland, France and Italy in 2005, including a world wide release of Surround Me With Your Love on vinyl."

3-11 Porter - Surround me with your love


26 Outubro 2008

Diferente #4

Da Suécia, Melpo Mene.
Só porque I adore you, e para acabar bem o fim de semana!

Melpo Mene - I adore you

25 Outubro 2008

Dj Peter Parker foi descoberto por Mark Rae no concurso DMC, em 1997. Quando Paker conheceu Sneaky, este trabalhava num bar em Manchester, onde tocava contrabaixo. Inicialmente Parker e Sneaky, começaram por fazer parte da banda de suporte do duo Rae & Christian, mas em 1999 resolvem criar os Fingathing. Desde o ínício foram acompanhados por Chris Drury na parte visual, sendo agora elemento integrante da banda e responsável por todo o grafismo, criando um verdadeiro mundo Fingathing. A sua sonoridade é uma mistura de hip-hop instrumental com uma componente de jazz, muito por culpa do contrabaixo de Sneaky. Há também nos seus registos umas nuances de trip-hop, muita "samplagem" e muito scratch e muitos ambientes cinematográficos. Da sua discografia fazem parte três álbuns de originais, sendo eles The main event (2000), Superhero music (2002) e Fingathing and The Big Red Nebula Band (2004). Deixo aqui o tema Epitaph, retirado do álbum Superhero music.

Fingathing - Epitaph

24 Outubro 2008

Matt Mercer e Matt Keppel, são dois apaixonados pelo techno minimal alemão, pelo disco e pela synthpop dos anos 80. Microfilm é o seu projecto musical conjunto, e a partir de Portland constrõem a sua sonoridade electrónica com beats e samplers simples, onde aparecem teclas e sintetizadores a debitarem melodia e onde de vez em quando saltam uns instrumentos de corda, que a mim me parecem violinos. Há também uma voz que canta muitas vezes distorcida. A sua música assenta numa electrónica dançável com influências do techno e da synthpop. E não pensem que quando se fala em techno, que a coisa vira logo para electrónica somente para dançar, há por aí muito techno que se ouve muito bem e este é o caso. Lançaram em 2006 o álbum After dark, e já este ano lançaram o seu segundo LP The slingshot orchestra. E deste último álbum, fica para ver e ouvir o single Teenage symphonies, que tem um excelente vídeo.

Microfilm - Teenage Symphonies

21 Outubro 2008

James Cameron, Alex Martin e Frankie Binnes são os Normal Position. Com um álbum lançado Rave killed the romance (2006), este projecto anda dentro de uma sonoridade IDM, electrónica, downbeat e folktrónica. A sua electrónica é delicada mas também serve para abanar numa ou noutra faixa do disco. Há alguns instrumentos ao vivo, o que confere uma certa orgânica ao trabalho. As músicas do disco são quase todas instrumentais, mas de vez em quando lá aparece a voz de uma tal TC, colaboradora do grupo.

Normal Position - Altered

20 Outubro 2008

Laki Mera é um grupo sediado em Glasgow, Escócia, mas nem todos os elementos são escoceses. Andrea Gobbi, multi-intrumentalista que começou no punk e no reggae, é originário de Roma. Os Laki Mera lançaram este ano o seu primeiro disco intitulado de Clutter, álbum que combina a metodologia musical tradicional com a tecnológica e sempre com um sabor a trip-hop. À voz doce de Laura Donnelly, junta-se uma parafernália de electrónica e de instrumentos, como os pianos, o cello, umas guitarras prontas a despertar, criando uma espécie de trip-hop espacial, melódico, emocional, com uns toques jazzy e com qualquer coisa de obscuro. Há muito de cinematográfico no som dos Laki Mera, há uma banda sonora para cada momento do dia no seu álbum de estreia. É um dos bons álbuns que ouvi este ano.
Para ouvir fica o tema She's a day later, e mais uma vez não há vídeo.

Laki Mera - She's a day later

17 Outubro 2008

The Lushlife Project surge da colaboração de dois DJs polacos, Zoltán Palásti Kovács e Konrád Pilisi. O seu álbum de estreia e único até agora, Budapest eskimos (2005), é uma combinação de sons coleccionados ou importados daqui e dali o que resulta numa música que bebe influências no downtempo e no trip-hop, chegando mesmo em certos momentos do álbum, a sentir-se um pouco mais do que isso. Há sugestões de piano, de uma ou outra guitarra jazzy, linhas de baixo continuas. Há samplers de conversas telefónicas, de alguma coisa que por vezes me parece uma flauta de pan, há uma voz macia de uma mulher sem nome. Ao ouvir The Lushlife Project, pensa-se logo noutros projectos como os Tosca, Thievery Corporation (nos seus melhores momentos) e mesmo dZihan & Kamien. The Lushlife Project é suave, doce e relaxante!
Para ouvir fica o tema Wurlitzer . Não há vídeo, apenas a música.

The Lushlife Project - Wurlitzer

16 Outubro 2008

Matthias Kertal e Simon Nola são os mentores do projecto Mika. A estes austríacos junta-se Lea Sonnek (voz) quer nos discos quer nos concertos, quando está por perto. A sua sonoridade consiste numa electrónica que fica entre a a dança e o sofá. Tem toques de pop com vozes que vão aparecendo e uma dose de sintetizadores que ficam entre o electro mais sossegado e alguns ambientes mais sujos. Contam com dois álbuns na sua discografia Mika (2000) e Right Place Right Time (2004), lançados pela Klein records. Não confundir estes Mika com aquele da voz irritante.

Mika - Masquerade

15 Outubro 2008

Os germânicos Pentatones foram formados em 2001 por Hannes Waldschütz e Julian Hetzel. Com o passar do tempo foram-se expandindo e actualmente são um colectivo de músicos do qual fazem parte DJ Freak M, o MC Flomega, a Balkan Big Beatz Band Äl Jawala and e a cantora Delhia. Efectivamente, no seu álbum de estreia Mosaique beats ensemble (2008), os elementos que aparecem referenciados e de acordo com informações que recolhi, são: Delhia (Vozes), Le Schnigg (batidas e samplers), Hannes Waldschütz (baixo e sintetizador) e Albrecht Ziepert (piano e sintetizador). A sua música situa-se entre o trip-hop, o jazz e electrónica, numa combinação entre beats digitais e sons de instrumentos analógicos. O duo Hannes e Schnigg compõem e fazem os arranjos musicais e distribuem para os outros membros do colectivo espalhados pelo país, e cada membro contribui com as suas influências individuais, conseguindo assim interpretações várias a partir do material original. Muito bom este material, muito bom!

Pentatones - Hidden

14 Outubro 2008

A partir de Glasgow, Escócia chega o primeiro álbum de Dextro (AKA Ewan Mackenzie), intitulado Consequence music. A sua sonoridade pode ser comparada a Boards of Canada, Four Tet ou a Lemon Jelly (em algumas das suas paisagens sonoras). É uma electrónica para ouvir e não para dançar, com samplers de vozes, sintetizadores espaciais, loops guitarras ambiente e linhas de teclados. É uma música para contemplar e para se andar perdido no meio de uma cidade com rostos sem nome, ou em paisagens a perder de vista. É música para construir e não para destruir, é música para orgasmos precoces ou para sexo prolongado. É a antítese da raiva e da fúria, é o construir de castelos no ar, é viver na palestina sem bombas ou na Somália sem fome. E quanto vale uma música? Pode valer uma vida inteira moço, uma vida inteira... É claro que hoje estou fodido!

Dextro - Atman

13 Outubro 2008


O italiano Nicola Conte acabou de lançar o seu terceiro álbum de originais, Rituals e rendeu-se definitivamente ao jazz mais tradicional e cinametográfico. Este caminho já se tinha feito sentir com o seu álbum anterior Other directions (2004). No seu primeiro àlbum Jet sounds de 2000 (Bossa per due, na versão internacional, lançada pela Eighteenth Street Lounge Music dos Thievery Corporation), as sonoridades continham electrónica e uma grande dose de jazz, mas depois disso Nicola Conte caminhou sempre à procura do jazz puro e isso sente-se neste último trabalho.
Para uma melhor discrição do trabalho do trabalho do artista, deixo-vos um texto que tirei de http://clubjourneys.blogspot.com/.

"Entender o caminho de Nicola Conte é quase como regressar ao final dos anos 50, não só porque é uma das suas épocas musicais favoritas mas também porque foi uma altura em que o jazz começou a ser abordado de uma forma diferente.
A descoberta de músicos hoje consagrados, os primeiros discos de fora a serem ouvidos... Uma ambiência muito semelhante à atmosfera que mais tarde se reviveria em Bari à volta do colectivo Fez, uma fonte de ideias em torno da qual giravam músicos, produtores e dj's numa plataforma de intercâmbio cultural.
É aqui que nascem as primeiras produções de Nicola Conte, dando notoriedade, no meio do movimento acid jazz , a bandas como Paolo Achenza Trio, Quintetto X e Fez Combo. Tudo isto demonstra a versatilidade e inteligência de Nicola Conte ao contagiar de forma equilibrada as suas produções com a sua paixão de sempre, as atmosferas densas do Jazz . É assim que aparece o primeiro álbum em nome próprio " Jet Sounds", lançado em 2000, uma simbiose elegante de sons retro italianos com sugestões cinematográficas e influenciado pelo Jazz, a Bossa e psychadella.
Rapidamente o seu trabalho como remisturador lhe abre novas possibilidades. Através dele desenvolveu a sua pesquisa obtida a partir da manipulação de sons de instrumentos reais de modo a cumprir o seu objectivo: fazer música que tivesse o mesmo impacto que a música electrónica mas que fosse tocada acusticamente com o mesmo feeling do jazz dos anos 60"

Para ver e ouvir fica o tema Kind of sunshine, retirado do seu álbum Other directions.

Nicola Conte - Kind of sunshine

11 Outubro 2008

Os polacos Zerova foram fundados em 2004 por Lukaszewicz (programação, acordeão e teclado), Pawel Dudzinski (voz, guitarra e melódica) e Maja Chmurkowska (piano rhodes e voz). A sua música é electrónica experimental e minimalista, a que se juntam vários instrumentos tradicionais como o acordeão e a melódica (e a propósito de melódica, em altura oportuna falarei aqui do rei da melódica, Augustus Pablo). Alguns temas contam com as vozes tanto de Lukaszewicz, como de Maja Chmurkowska. Toda esta combinação resulta numa música com paisagens sonoras tranquilas, que por vezes toca uma certa melancolia. Na sua discografia só ainda consta o álbum I Think we've lost (2006).

Zerova - Kudos

10 Outubro 2008

Andrea Mangia AKA Populous, é um produtor italiano que acaba de lançar o seu terceiro álbum, intitulado Drawn in basic. Em 2002 lançou Quipo e em 2005 foi a vez de Queue for love, mas agora com Drawn in basic a sua sonoridade aproxima-se mais da pop electrónica e a isso não fica alheia a colaboração de Short Stories (AKA Mike McGuire) nas vozes. Nos seus dois primeiros registos ouvia-se uma electrónica com elementos de hip-hip abstracto, folk, soul e jazz. Neste último álbum, Andrea apresenta-se mais amigo da pop e da indie, onde as harminias vocais se casam perfeitamente com as electrónicas e onde "abusa" do sintetizador. Um abuso no bom sentido e que nós agradecemos.

Populous with Short Stories - Only hope

08 Outubro 2008

A partir de Eskilstuna, Suécia chegam Stefan Juhlin (voz/guitarra), Erik Axelsson (teclados), Gustaf Wistrand (guitarra) e Johan Carlsson (beats/bateria) e o seu projecto The Domus. O grupo formou-se no ano de 2003, mas só no ano de 2007 é que lançaram o seu álbum de estreia Fractures. Movem-se nas electrónicas indie e pop, dentro da linha dos The Postal Service. Fractures é um álbum com uma produção cuidada, muito agradável de se ouvir e que serve também para dançar se for essa a disposição.

The Domus - While on your way

07 Outubro 2008

O álbum de estreia de Sadistik, The balancing act é um dos grandes discos de hip-hop que ouvi este ano. Sadistik é um MC à procura de um equilibrio e de uma libertação na sua viagem escura. Querendo libertar os seus demónios internos, esforça-se para encontar o sentido da sanidade na sua poesia. Na música há instrumentos reais a tocar, o que confere uma qualidade extra ao disco. Isto é uma obra prima, isto é hip-hop que nos faz libertar emoções, isto é música para todos. A faixa que deixo tem a participação de Mac Lethal, num disco que conta apenas com outra participação, a de Vast Aire.

Sadistik - Ashes to Ashley

06 Outubro 2008

The Deer Tracks é um duo sueco constituido por David Lehnberg e Elin Lindfors. O seu álbum de estreia Aurora (2008), traz electrónica (e alguma experimental), belas melodias, atmosferas orgânicas e uma voz frágil e calma. A sonoridade varia entre a melancolia e a euforia com crescendos de som, algumas vezes sugeridos por uma guitarra. Não há nem sons a mais nem arranjos a menos, neste álbum que está entre a electrónica, a pop e a indie. Há aqui pontos de contacto com a música dos islandeses Múm e com alguns artistas da editora alemã Morr Music.
Deixo-vos o belíssimo vídeo do tema Slow collision.

The Deer Tracks - Slow collision

04 Outubro 2008

Steve Mason é o homem por trás do projecto Black Affair. Antes deste projecto, Mason fazia parte da Beta Band que se dissolveu em 2004. Agora com Black Affair, o músico de Detroit faz uma sonoridade electrónica negra e sobria, justificando o nome Black. Há passanges pelo synth-pop, pelo r'n'b dos anos 90, resquícios de house e techno. Passeiam-se pelo seu álbum Pleasure Pressure Point, influências dos Kraftwerk, The Human League, Depeche Mode e New Order. Para ver e ouvir fica o excelente single It's real.

Black Affair - It's real

01 Outubro 2008

INO Hidefumi, músico japonês que toca Fender Rhodes (piano eléctrico fabricado pela firma Fender Rhodes), conta com dois álbuns a solo, Satisfaction (2006) e Living message (2008). Álbuns marcados pelo tom jazzy do seu piano sobre umas batidas ao estilo hip-hop. Uma sonoridade simples e ideal para uma descontracção perfeita, que fica algo entre o experimentalismo que Madlib fez com o catálogo da Blue Note e alguns trabalhos de Money Mark.

INO Hidefumi - Madsummer reminiscence

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