29 Novembro 2008

Roddy Bailey, também conhecido no mundo da música por mcenroe, é um artista canadiano que trabalha dentro da sonoridade hip-hop. Fundador da editora Peanuts & Corn em 1994, produziu diversos artistas como John Smith, Pip Skid, fermented reptile, Gruf, Hip-Hop Wieners, para além dos seus projectos Farm Fresh e Park-Like Setting. Todos estes nomes têm em comum lançarem os seus discos pela editora de Roddy Balley. Este ano, Roddy lançou Edge of town, álbum que se desvia do hip-hop, embora mantenha algumas das suas técnicas de produção, e entra no campo do electro-pop, um pouco à semelhança daquilo que alguns artistas do hip-hop vêm fazendo. Neste álbum ouvem-se teclados, guitarras suaves, talvez alguns sintetizadores e batidas alegres. A tudo isto acrescenta-se a voz de Roddy Bailey, que pelos vistos não sabe só rappar.

Roddy Bailey - Edge of town

Edge of town download

26 Novembro 2008

Grand Tourism é um grupo nascido em Paris e é constituido pelos músicos Chris Canavaggio e Bob Farrel e pelo engenheiro de som Sean Henry. Descobertos pelo público em 1999, através do lançamento dos EPs La baie du fakir e Sexy funky e do mini álbum A l'écoute de tes courbes (2000). Em 2001 lançam o LP Le surboomer, onde figura o excelente tema Les courants d’air, que conta com a participação do grande Terry Callier. O seu universo sonoro alberga influências que vão do electropop ao trip-hop, passando pelo lounge, deep house e algum jazz e funk. Existem também uns traços de soul e de folk muito por culpa das vozes convidadas. Da formação original restam Chris Canavaggio e Sean Henry, que têm desenvolvido trabalhos sonoros para séries de tv e filmes, de onde posso destacar O sexo e a cidade e Sete palmos de terra.

Grand Tourism - Les courants d'air
Le surboomer download
Pass: djtrian.blogspot.com

24 Novembro 2008

The Dolls é um projecto que junta três grandes da música, oriundos de campos não muito distintos, mas com algumas diferenças. São Antye Grie, Craig Armstrong e Vladislav Delay. Vamos a apresentações das Dolls. Doll 1 é a alemã Antye Grie, conhecida por AGF, cantor e produtora de uma electrónica trip-hop mais ou menos experimental. Já trabalhou com Craig Armstrong por diversas ocasiões.
Doll 2 é Craig Armstrong, escocês que tem um espólio de bandas sonoras notável, de onde posso referir Romeu e Juliete, Moulin Rouge, O coleccionador de ossos, O incrível Hulk, etc, etc. Já trabalhou com nomes como Massive Attack, U2 e Madonna.
Doll 3 é Sasu Ripatti aka Vladislav Delay aka Luomo. Este finlandês move-se dentro das sonoridades mais experimentais da house e do techno.
Feitas as apresentações vamos agora à sonoridade The Dolls. Neste disco homónimo lançado em 2005, nota-se um certo experimantalismo pop, com grande influência trip-hop. Sobre o piano de armstrong e as electrónicas de Delay, paira a voz de Antye Greie, resultando numa viagem sublime, cinematográfica e cheia de detalhes. Há um trabalho minucioso nesta produção, há quilómetros de piano e metros de electrónica "suja", há muita calma e muita harmonia. The Dolls junta o melhor de três mundos. Para ouvir fica o tema Martini never dries, mas não há vídeozinho.

The Dolls - Martini never dries
The Dolls download
Pass: nodata.tv

Como me apetece actualizar o blog, mas não me apetece escrever, aqui vai texto sobre Nadia Sohaei, retirado do site da Decadance Records, editora da artista.

"Nadia Sohaei was born to the music as classical pianist and mezzo soprano singer. her mother was a concert pianist and her first piano teacher. After her classical carrer she discovered the world of the synthesizer in 1990.
She created soundtracks for movies and music for the soul, as Nadia Sohaei and later under the name of Thai-Essence.
In 1994 she met Trans-X and Neuronium Productions and she starts playing live keyboards in the new remixes of "living on Video" in Barcelona, with Pascal Languirand (trans-X).
In this collaboration, she met Chaly Chicago, who would be crucial for develope the Thai-Essence project, finishing in 2000 her first record "inside" and in 2002 her second record in this project: "this is my life". In this project she developed her talent for orchestration, piano and opera, collaborating with other singers (Nuria Rial, Zhanna, Miki Mori and Claudia Schnieder).
In 2006 she starts her first solo project in electro music under her own name Nadia Sohaei: "Talking to Myself", which in germany made her one of the best unsigned artists. In 2007 Nik Wejedal became part of the project, with additional voices, co-writing some of the lyrics, visual design and on live keyboards. In 2008, Nadia Sohaei signs with Decadance Records.

....
Coming from the Splendor of the Classic Era of Synthesizer Music (TRANS-X), Nadia Sohaei's first solo project "Talking to Myself" is an electronic expression with a cyber heartbeat. Motion with emotion, romantically free. Deep SynthPop in a Minimal Electro Wave... All this taken together with her deeply personal voice, make this music unique."

Nadia Sohaei - In your eyes

Talking to myself download

21 Novembro 2008

Alaska in Winter é um projecto do músico norte-americano Brandon Bethancourt. Holiday, o seu segundo álbum acabadinho de saír, foi gravado em Berlim, cidade que o inspirou. Este LP é um pouco mais electrónico e mais dançável do que o aclamado Dance party in the balkans (2007), e isso talvez se deva então à tal influência de Berlim. Se em Dance party in the balkans havia uma forte influência da música balcânica que se cruzava com as electrónicas, resultando num electropop/synthpop mais tranquilo, neste segundo, perdeu-se quase completamente essa influência mas ganharam-se outras. Em Holiday há sintetizadores, baixos salientes, batidas dançantes e pedaços de house minimal, a que se junta a voz de Brandon Bethancourt, que por vezes aparece distorcida pelo uso do vocoder. O resultado é um synthpop/electropop bem construído, bom para dançar ou então simplesmente para se ouvir.
Para escutar fica o tema The homeless and the hummingbirds, retirado do seu primeiro álbum.

Alaska in Winter - The homeless and the hummingbirds


Holiday download

20 Novembro 2008

Os Caravan Palace são um colectivo francês que faz qualquer coisa como aplicar electrónicas ao jazz manouche (estilo musical dos anos 30), ao charlston e ao swing. Pelas mão de Charles Delaporte (contrabaixo e programações), Arnaud de Bosredon (guitarra e programações), Hugues Payen (violino e programações), pela cantora Colotis Zoé e pelo dj e violinista Aurélien Trigo, o programador Toustou e o clarinetista Chapi, nasce uma música de fusão dançável, alegre e bem disposta, a que é impossível mantermo-nos estáticos. Este ano lançaram o álbum homónimo, onde cozinham universos distintos, resultando uma coisa a que se chama festa total. Dizem eles no myspace sofrerem influências de Django Reinhardt, Vitalic Cab Calloway, Justice, Lionel Hampton, Daft Punk, Billie Holiday e Oscar Aleman. 'Bora lá dançar!

Caravan Palace - Jolie coquine
Caravan Palace download

19 Novembro 2008

Os dinamarqueses Giovanni Campagna e Dennis Lee são os mentores do projecto Dynamoe. Jump start (2001), Coming home (2004) e In the wake of time (2007) são os LPs lançados pelo grupo até ao momento, e apresentam uma electrónica downbeat, nujazz, chillout com algum soul e funk à mistura. Uma sonoridade bastante orgânica e híbrida onde entram orgãos Hammond, pianos Rhodes, baixos e guitarras acústicas. As vozes entram essencialmente a partir do seu segundo LP e continuam em In the wake of time, e neste já se sente uma componente bem mais soul e pop, mas não deixando de ser um óptimo trabalho. Dizem eles ter influencias de gente como Quincy Jones, Lalo Schifrin, Ennio Morricone, Pink Floyd, King Crimson e Neil Young, Depeche Mode, e Kraftwerk. Fica para ver e ouvir o single In your own time, retirado do álbum Coming home.

Dynamoe - In your own time


Jump start e In the wake of time download

18 Novembro 2008

Musetta são o duo Matteo Curico e Marinella Mastrosimone. Vindos de terras milanesas, prendam-nos com uma sonoridade que alberga várias componentes musicais que vão desde o nujazz ao electropop, passando pelo trip-hop mais luminoso. Matteo Curico com a sua longa experiência, produz uma música com contornos cinematográficos, com traços downtempo e lounge, o que resulta num álbum versátil e rico em influências musicais. Marinella dá a voz ao manifesto, em registos jazzy sensuais e doces. O seu único álbum até ao momento, Mice to meet you! (2007) é um álbum sólido, bem estruturado, melódico e em suma, muito bom! Para ouvir fica o single Ophelia's song, num registo bastante jazzy.


Musetta - Ophelia's song


Mice to meet you! download parte 1 e parte 2

Astrid Monroe refresh

When I Was Young download parte 1 e parte 2

Tutorial para fazer downloads no ifolder aqui

17 Novembro 2008

Astrid Monroe é uma artista vinda da Polónia. Apresenta uma sonoridade trip-hop escura um pouco ao jeito de Massive Attack e Portishead. Em 2001 lançou o álbum When i was young em colaboração com Genesis P-Orridge, figura controversa, nascida em Manchester e fundador de bandas como Throbbing Gristle ou Psychic TV. Este álbum é um execício de spoken word com bases trip-hop em ambientes sombrios, e para isso muito contribuiu a voz de P-Orridge. Já em 2008, Astrid Monroe lança Timid hate, do qual só conheço o tema que vou aqui deixar. Para melhor definir o seu trabalho deixo aqui o que fui buscar ao myspace da artista.

"Astrid Monroe is a hardly to define mysterious person. Musically she oscillates around trip-hop (despite the fact that she hates that definition) and performers like Portishead, Massive Attack. On "When I Was Young" she uses Genesis P-Orridge's voice. He's well known from his projects - Throbbing Gristle, Psychic TV, Thee Majesty. CD has been realesed in 2001 by SIRS in Europe. In 2004 Important Rec realesed it in USA. Astrid describes her project as a commercial gloominess..."

Astrid Monroe - Dark noise

15 Novembro 2008

Sofia Allard, sueca que começou a sua carreira como modelo e Dj, lançou este ano o seu álbum Search & destroy. Antes da carreira a solo, Sofia integrou o projecto de electrónica sombria Krom e seguidamente o projecto Eclectic Bob, este já num registo mais dançável. O álbum Search & destroy conta com a ajuda do produtor e músico Carl-Michael Herlöfsson e é todo ele feito de covers de artistas como Iggy Pop, Nirvana, Ramones, The Clash, Foo Fighters, etc etc. São versões electrónicas, com uma forte tendência para o trip-hop, onde vão saltando umas guitarras ao estilo rock, a que se acrescenta a voz sensual de Sofia. O resultado é um punhado de canções conhecidas, que nas mãos de Sofia e Carl-Michael, sofrem uma mutação curiosa. As vozes masculinas de Robert Plant, Kurt Kobain, Iggy Pop e Joe Strumer, entre outros, são transformadas em pura sensualidade feminina e em ambientes de autêntico relax. Fica aqui para ouvir a cover de Search & destroy de Iggy Pop & The Stooges.

Sofia - Search & destroy

Andei cerca de uma ano e meio, a resistir ao facto de colocar aqui links para download de álbuns. Mas depois de uma análise às músicas que aqui coloco, reparo que nem sempre são representativas de todo o trabalho do artista. Por isso e sempre que seja possível, deixarei aqui links para download de alguns álbuns. Não alojo nem faço upload dos mesmos, apenas deixo links que encontro pela net. E desde já agradeço aos uploaders originais.

13 Novembro 2008

Yimino é um projecto londrino formado por Henry Law, Gerald Chadwyck-Healy e ainda Stuart Sinclair que vai dando uma ajuda na parte visual. A sua música é um misto de banda sonora com ambientes ao estilo de Boards of Canada. São paisagens sonoras em câmara lenta criadas a partir de sintetizadores, é música para o cérebro, onde por vezes aparecem uma vozes que não dizem nada. Contam com dois álbuns na sua bagagem, Autonoe Vora (2008) e Bulbuss (2008) - uma selecção dos seus próprios temas. Para ver e ouvir fica o single Miagranov com um excelente vídeo.

Yimino - Miagranov

Era eu um rapaz com cerca de 19 aninhos, quando me chegam às mãos 3 álbuns, cortesia de um amigo. E que tinha eu ali para ouvir? Alex Gopher, Dogs Deluxe e o álbum do senhor que vos vou falar, Palm Skin Productions e o seu LP de estreia Remilixir (1996). Para mim aquilo eram sons praticamente novos, era electro-jazz, broken beat, downtempo, drum and bass. A princípio estranhei Dogs Deleuxe e não tanto Alex Gopher, mas aquele que me ficou logo, foi Remilixir de Palm Skin Productions, projecto do senhor Simon Richmond. Este Remilixir trazia desde traços trip-hop, elctro-jazz refinado, downtempo, alguns ambientes sombrios e outros luminosos (mas ambos relaxantes), beats de qualidade, estilhaços de scratch e umas vozes que voavam sobre algumas músicas do disco. Muito suor do amor libertei ao som de faixas como Walking through water e Beethoven street, muito trabalho realizei ao som de Fair seven e Condition red. Este foi um dos discos que me fez descobrir novos caminhos musicais, que abriu a minha cabeça para outra construção sonora e que me fez crescer como apreciador de música. Palm Skin Productions lançou mais tarde outro disco, Kunstruk (2000), disco que não consigo arranjar de maneira nenhuma, e já ando há anos a ver se o apanho. Não sei se este Kustruk seguiu a mesma linha de Remilixir, mas sei que agora Simon Richmond anda mais virado para a house, o que demonstra uma má evolução :)

Palm Skin Productions - Condition red

11 Novembro 2008

Black Box Recorder são (eram) um grupo inglês, constituido pela vocalista Sarah Nixey e pelos músicos John Moore e Luke Haines. A sua sonoridade englobava estilos como o trip-hop, a pop e a indie. Lançaram durante o seu tempo de vida os álbuns England made me (1998), The facts of life (2000) e Passionoia (2003). Depois da sua separação, Sara Nixey lançou a solo o álbum Sing, memory (2007). E da Wikipedia trouxe o seguinte:

"Musically, the group is influenced by trip hop, ambient music, and french electronic groups such as Air. However the lyrics to these lush and romantic melodies are frequently bleak, ironic or sarcastic: obvious influences are Ray Davies, Morrissey, and Pulp. The video for single "The Art of Driving" depicted the band as crash test dummies, and one photo shoot from around that time portrayed them as survivors of a destructive car crash."

Black Box Recorder - The art of driving

O álbum de estreia Happy in grey, de Marit Posch, conhecida no mundo artístico por Damero, esteve no meu top ten do ano passado. Há muito tempo que ando para falar aqui de Damero e finalmente aqui vai. Esta senhora é (era) quem atendia telefones na editora BPitch Control e a par deste trabalho ía cantando e fazendo música em casa. O seu material chegou aos ouvidos da patroa Ellen Allien, que vendo a qualidade que tinha em mãos, resolveu editar e daí surgiu o álbum Happy in grey. Esta berlinense junta a sua voz melodiosa, a bases distorcidas e a batidas delicadas. São composições minimalistas por vezes e que contam com a ajuda de sintetizadores, algumas guitarras e mais uma data de sons tirados de algum lado, resultando uma electrónica IDM sentimental, ocasionalmente minimal e tocando a pop e o techno. No álbum conta com a participação de pesos pesados nestas andanças da electrónica como é o caso de Apparat, Zander VT, Headkit e AGF. Isto é música simples para se ouvir com qualquer estado de espírito.

Damero - Capricorn saltlick

06 Novembro 2008

ElodieO é uma artista novaiorquina, nascida em Paris. Ela faz parte do LES/Nublu scene, um movimento musical e artistico que engloba gente como The Brazilian Girls e Kudu. Com o seu álbum de estreia Stubborn, apresenta a sua sonoridade electro-pop, trip-hop e downtempo, com uma composição bem executada, bela e muito agradável de se ouvir. No seu myspace ela diz que a sua música é “a mix of ’60s Nico-esque pop and ’90s golden era trip-hop and down-tempo”, onde também se notam alguns contornos de dance music e de elementos de raggae e dub nalguns temas. As letras em francês e inglês são cantadas com a sua voz que quase sussura, numa exercício sincero e poético de grande qualidade e sensualidade. Todos os arranjos e produções são feitos pela própria. Numa primeira audição fica-me uma opinião francamente positiva acerca deste disco. Fica para ouvir e ver o single Milk & honey.

ElodieO - Milk & honey

05 Novembro 2008

Já falei aqui do produtor canadiano Factor, e como acho o seu álbum Chandelier um dos grandes álbuns deste ano, deixo aqui mais um tema.

Factor feat. Myka 9 - Good Old Smokey (My Kanine)

Funami é um projecto musical luso-canadiano, constituido pelo português Tiago Conceição e pelo canadiano Alex Désilets. A parte lusa está encarregue da componente electrónica e a parte canadiana é responsável por todas as vozes que se fazem ouvir no disco. A sua sonoridade é um exercício interessantíssimo de abordagem à pop e onde a voz se desdobra em múltiplos sons, criando assim as bases para a composição dos temas. Há no seu disco de estreia Vocophilia (2005), experiências dançáveis, drum and bass, trip-hop tudo aglutinado em ambientes pop. Parecendo mentira, quase tudo é feito com recurso a voz tratada e sampleada, que serve de suporte a mais voz mas cantada. Fica para ouvir o excelente Rodeo, retirado do seu único álbum até ao momento.

Funami - Rodeo

03 Novembro 2008

I Am Robot And Proud é o projecto do canadiano Shaw-Han Liem. Será um projecto de electro-pop-indie ou talvez não. Todas as suas músicas são intrumentais, onde se misturam elementos acústicos e batidas, criando ambientes melódicos meio hipnóticos e doces de ouvir. Ao longo da sua discografia ouvem-se pianos, sintetizadores suaves e uma parafernália de sons aveludados. Sons limpos e transparentes onde domina a simplicidade construtiva das melodias, e de onde resulta uma atmosfera tranquila, pronta para nos pôr a relaxar ou a fazer outra coisa qualquer, mas tudo na paz. É uma electrónica que parece ir beber aos Yellow Magic Orchestra e aos Boards of Canada e talvez a uma data de outros grupos que agora não me apetece estar a nomear. I Am Robot And Proud conta com quatro álbuns já no mercado, The catch (2001), Grace days (2003), The electricity in your house wants to sing (2006) e já este ano lançou Uphill city (2008). Para ouvir fica o tema When i get my ears, retirado do álbum The electricity in your house wants to sing.

I Am Robot And Proud - When i get my ears

02 Novembro 2008

Detektivbyrån são Jon Nils Emanuel Ekström, Anders Flanders e Martin Molin. Este trio de músicos vindos de Gotemburgo, Suécia, fazem uma música folk combinada com a electrónica. São músicas com muita beleza e melodia construidas com os mais variados instrumentos. Há acordeão (muito acordeão, a fazer lembrar a chanson française), glockenspiel, vibrafone, sintetizadores, sininhos, caixa de música, pianos de brincar, piano de verdade e batidas suaves. Há muitos barulhinhos que parece resultarem de alguém que fica trancado num quarto de crianças e constrói melodias doces, que nos fazem dançar e também libertar o nosso lado mais sensorial. O grupo lançou este ano o álbum Wermland e também este ano, compilou alguns dos seus singles lançados, o que resultou noutro álbum de seu nome E18 album.

Detektivbyrån - Lyckans undulat

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