31 Janeiro 2009

Uma daquelas gripes e mais recentemente uns problemas com o meu computador, que ainda não estão resolvidos, têm-me mantido afastado das actualizações aqui do blog. A gripe já está quase curada, o problema no PC ando a tentar resolver. Enquanto isso vou deixar aqui os Marsmobil, grupo constituido por Roberto Di Gioia na produção e Martine Rojine nas vozes. No seu álbum Minx (2006), os Marsmobil, trazem-nos uma electrónica que varia entre a pop psicadélica, algum trip-hop, um downtempo ao estilo de Air e alguns traços jazz. Roberto Di Gioia em 2003 e ainda sem a companhia de Martine Rojine já havia lançado sob o nome de Roberto Di Gioia's Marsmobil, o álbum Strange world, numa toada mais jazz.
Sobre o álbum Minx fui buscar a www.inthemix.com.au, o seguinte:

"Studio wizard Roberto Di Gioia’s Marsmobil project is an interesting vehicle for the producer’s pop sensibilities, and here on his second album Minx he refines his edgy Air/Gainsborg styled fare while turning the night lights down a little. The end result is a very sultry affair that makes you want to wear a turtle neck, sip Mai Tai’s and leer at prospective lovers across intergalatctic transit lounges.
Di Goia and his vocalist Martine Rojine have created a gorgeous album of atmospheric electronica that has a real quiet sensitivity in its aim to seduce you. It triumphs at this without fading completely into the background, and that is in large part to due to the almost flawless amalgamation of moody electronics and live instrumentation Di Gioia revels in. Rojine’s velvety vocals also rise above the layers of sonic to stamp a personality that has equal measures of fragility and confidence.
However, the concept of influence and imitation is a fine line, and on Minx it does become a slight problem. At times they sound too much like an Air cover band, opener Magnetizing recalling that band’s Moon Safari era, and Lily Blossom rides dangerously close to plagiarism, and not just in the name to the Parisian pair’s Cherry Blossom Girl! For the majority of the album, though, Marsmobil create a sonic supernova of unique psychedelic slow burn pop.
Astralbody and Call Me are truly mesmerising, spacey analogue bleeps and distant Moog keys that collide beautifully into Rojines vocal purring, and the Beatle-esque Reversed Mantra has enough sass and sludge in its percussion to give the summery mantra some well meaning menace. Mangia Amore is gloriously obtuse sounding, like Herbert conducting a hand clapping cosmic gospel, and closer From Elsewhere to Nowhere truly packs on the atmosphere and space psychedelia without ever sounding contrived. Cut the chord on your spacesuit and head blissfully into the void!"

Marsmobil - Call me

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27 Janeiro 2009

Christian Ronn a.k.a. Ganga, é um produtor dinamaquês que se move dentro do downbeat, lounge e chillout (mas do bom). Lançou dois álbuns até à data, I dream about trees (2005) e Don't wake me up (2007), ambos com a presença de vozes sensuais e de influências vindas das índias. São dois álbuns perfeitos para relaxar. E de www.ganga.dk veio o seguinte:

"Danish downbeat Chillout producer Ganga describes himself as a musical chamelion. The classically trained musician and producer entrered the electronic world of music with his first album - 'I Dream About Trees', released on Music For Dreams. It was an album inspired - amongst other things - by trees, which he has a general love for. The album created quite a stir in the downbeat/chillout/lounge genre, and numerous tracks from the album are compiled again and again on the biggest chillout compilations, Buddha Bar, Real Ibiza, Café Mambo, Serve Chilled, No Stress to name but a few.
Christian was heavily influenced by the electronic scene of the early 90’s and a passion for ethnic music. His incessant thirst for knowledge even attracted him to study instruments such as the sitar and the tingklik! In Ganga, he seems to have merged all his creative talents as his blend of electronic sounds, Balearic guitars, Asian infused strings and sensual vocals, truly feels like poetry to your ears."


Ganga - Don't wake me up

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Just press play #6

Jaymay - Autumn fallin

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25 Janeiro 2009

Säätiö Organisaatio é um duo finlandês constituido por D-731, responsável pelas teclas, sintetizadores baixo, guitarra, samplers e programação e por 4-701 nos sintetizadores, samplers e programação também. Estas duas personagens com nomes à Guerra das Estrelas brindam-nos com um jazz electro-acústico, criando atmosferas lounge, downtempo e chillout. Os inúmeros convidados no seu álbum de estreia Avaruus ihmiset sekä luonto (2007), dão um toque mais orgânico e mais sentimental a todo o álbum, não se limitando a ser mais um álbum que mistura o acústico com o electrónico.
Na sua página myspace referem influências como 4 Hero, Boards of Canada, dj Krush, Hefner, Herbaliser, I Monster, Jazzanova, LTJ Bukem, Makoto, Nightmares on Wax, Nuspirit Helsinki, Portishead, Red Snapper, Refractory, Thievery Corporation, Tosca, Zero 7. Tudo boa gente portanto, logo o álbum com influências deste calibre, só poderia ser recomendável.

Säätiö Organisaatio - Tahtisumuun

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24 Janeiro 2009

Sábado à noite e sem tempo para escrever. Aqui deixo os alemães Alphawezen, com a sua electrónica, trip-hop, lounge e downtempo. Para mais informações é só ir a www.alphawezen.de e a www.myspace.com/alphawezen. Para rodar fica o excelente Days, retirado do seu álbum Comme vous voulez

Alphawezen - Days

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Password: euphro

Our Broken Garden é um projecto a solo da dinamarquesa Anna Brønsted, que resolveu deixar os Efterklang por uns tempos e lançar primeiramente um EP Lost sailor. No ano que acabou de terminar, lançou o álbum When your blackening shows. Tratam-se de melodias downtempo, entre o indie e o pop, entre o trip-hop e dream-pop. É música quentinha para se ouvir no recanto do lar, de preferência junto a uma lareira, ou então agarradinho a uma pessoa de quem se gosta e depois deixar a coisa rolar. A voz de Anna é suave, acolhedora, e convidativa aos intimismos diários, ou à partilha selectiva. Nas suas músicas o equilíbrio entre as electrónicas e as acústicas é perfeito. Soam violas e violinos, orgãos hammond e pianos, guitarras electricas e acústicas e tudo a ocupar o lugar certo. Aqueçam-se com Our Broken Garden, porque o tempo a isso convida!

Our Broken Garden - When your blackening shows

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21 Janeiro 2009

Há alguns dias atrás falei aqui do projecto Boozoo Bajou, do duo alemão Peter Heider e Florian Seyberth e referi que o novo álbum já estava na calha. Ele já circula por aí e tem como título Grains, título que não podia ser mais certeiro. Grains deve representar os grãos vindos de várias influências musicais. E tanto grão quiseram colocar, que acabaram por não saber dosear bem a quantidade. Já o escutei várias vezes e ficou-me a sensação de ser um álbum sem identidade, ou então o álbum dos meios, meio dub, meio pop electrónico, meio soul, meio blues, meio musiquinha para bares da moda, o que acaba por resultar em meio coisa pouca. A expectativa era alta, mas também para quem já tinha ouvido Dust my broom, era evidente que se esperariam algumas mudanças. O problema é que quando se quer fazer algo de diferente, talvez com receio da crítica vir afirmar que o grupo não trouxe nada de novo, o resultado seja um objecto sem coesão e sem um fio condutor coerente. Os Bozoo Bajou são bons naquilo que fazem, mas parece-me que são melhores numas coisas do que noutras. Nem tudo poderia ser próximo do mau neste álbum, há boas músicas como é o caso de Flickers, Sign e Tonschraube. Os Boozoo Bajou bem que podiam voltar a fazer coisas maravilhosas como fizeram em Satta!. Estas linhas que aqui escrevi reflectem a minha opinião pessoal, que tem a validade que tem. Deixo aí o álbum para quem quiser ouvir e discordar se for caso disso. E de Grains, fica o tema Tonschraube, um daqueles temas à Boozoo Bajou.

Boozoo Bajou - Tonschraube

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20 Janeiro 2009

Até sempre Aguardela...

... e não há mesmo ninguém para o teu lugar

Sitiados - Outro Parvo no Meu Lugar

19 Janeiro 2009

Karin Dreijer Andersson metade do grupo The Knife, lança um álbum sob o nome de Fever Ray, tendo o álbum o mesmo nome. Esta sueca mantém aqueles sintetizadores característicos dos The Knife, mas agora numa onda mais suave. Ainda continuam a aparecer algumas vozes distorcidas mas a coisa é mais calma, talvez uma electrónica mais sentimental, mais intensa e mais luminosa. É um synthpop melódico onde a excelente voz de Karin completa um disco que recomendo vivamente.
E como já antes o disse, não ando com muita vontade para escritas, para além de andar em altura de mudanças, por isso deixo aqui um excerto de uma crítica ao disco, que podem ler na íntegra aqui.

"Fever Ray is the epitome of consistency, both in the quality and tone within the songs. And like The Knife, Fever Ray’s songs are bursting with hooks that somehow emerge seamlessly over production and synthesized accompaniments that are often unconventional. That Fever Ray’s debut sounds like it originated from the same distant planet as Silent Shout is obviously the result of Andersson continuing a formula that proved successful, but it also means that Fever Ray undoubtedly has the potential to find just as much success as Silent Shout."

Fever Ray - If i had a heart

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16 Janeiro 2009

A austríaca Susanna Ridler, apresenta um álbum sob o nome de [koe:r]. O álbum homónimo, lançado no ano passado traz uma electrónica experimental que se passeia por campos do trip-hop, jazz, downbeat. Um trabalho que a uma primeira audição parece um objecto um pouco estranho, mas com a coisa no repeat, vai-se gostando cada vez mais, e na minha opinião é coisa fina. Como não ando muito para escritas porque há outras coisas que me têm ocupado a cabeça, deixo aqui um textozinho retirado de www.koer.at, site oficial da artista.

"Listening to Susanna Ridler’s album [koe:r], one notices that a feasible escape from this dilemma could be found in an approach of fusioning existing styles. In her own pieces, Ridler designs artificial soundscapes on the computer, which she combines with her own remixes of solos by such stellar musicians as Peter Herbert (contrabass), Wolfgang Puschnig (saxophone & flute), Thomas Gansch (trumpet & fluegelhorn), Helmut Jasbar (guitar) and Rainer Deixler (drums).

The CD [koe:r]: A contemporary exploration of electronics, pop and jazz that uses melancholy, down-beat sound characteristics similar to Trip Hop from the late 90s.

Self-recorded audio material joins with the possibilities the computer offers – with all of its methods like sampling, distortion, time-stretching, pitch-bending, etc. Songs like Summertime, Fever, Comes Love and Corcovado are undogmatically elevated to a surprising new level – on the one hand old standards are garbed in new styles that are unusual for them, and on the other they are newly interpreted in a way that borders on a new composition."


[Koe:r] - Tachycardia

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15 Janeiro 2009

Music vs Physics são um trio de Melbourne, que cozinha um hip-hop avant-gard, com downtempo e trip-hop. Os seus espectáculos não são mais do que um dialogo entre a turntable, os samplers e a percursão, a que se acrescentam vozes de vez em quando. A produção do grupo não se limita só à música, exploram outros campos como o multimédia, o design e a animação. Constituidos por Bec Charlsworth (Beatrix), Joseph Brady (3rd Dek) and Morgan Fayle (Gonz), os Music vs Physics têm três álbuns no mercado, Northside perspective (2000), _Underscore (2003) e Oblong data (2005).
Já agora visitem a página oficial do grupo aqui, porque é uma delícia. E para ouvir fica o tema Love is a 256 colour word, retirado do seu último LP.

Music vs Physics - Love is a 256 colour word

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13 Janeiro 2009

O produtor Michael Langoth, vem de Viena com o seu projecto que se chama simplesmente Langoth. Até agora lançou os álbuns Sentimental cooking (2004) e Grounding (2006), ambos com uma sonoridade electro-jazz, broken beat, dub-jazz e downtempo. O seu segundo álbum apresenta algumas diferenças em relação a Sentimental cooking. Em Grounding para além das sonoridades jazzísticas que também eram marca do anterior, apresenta umas linhas de soul. de pop e de hip-hop chillout.
Para caracterizar melhor estes dois trabalhos de Michael Langoth, deixo o seguinte texto da autoria de Rafael Santos, retirado de www.bodyspace.net.

"Michael Langoth editou em 2004 o seu primeiro álbum. Sentimental Cooking foi um dos discos saídos dos laboratórios vienenses que passou despercebido a muitos e que se encaixava na definição alternativa dos downtempo tipicamente Kruder & Dormeister que caracterizavam na altura a cidade banhada pelo Danúbio. Apesar de revelar algum encanto pelos ritmos desacelerados, os embalos jazzisticos e pelos efeitos narcóticos dos dub (em pequena escala), Langoth sonhava com a soul, descomprometida e em busca de novos prazeres. Acrescentando alguns delírios electrónicos eloquentes redefinia à sua maneira a sua própria paisagem no interior do género. Nem em todos momentos o conseguiu de forma evidente, mas a vontade estava lá. Volvidos três anos edita o seu segundo álbum e, apesar de não se afastar significativamente dos pressupostos iniciais, volta-nos a conquistar a atenção, obrigando-nos, no fim de umas quantas escutas, a um elogio, não muito grande, mas um elogio expressivo. Um indicativo de um resultado satisfatório que revela a mesma alma e vontade em escrever com sentido."

Langoth - Grounding

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12 Janeiro 2009

Lars Dorsch a.k.a. Lars Vegas e Tom Dams a.k.a. Mojo Tom, são os dois alemães que constituem o projecto Karma. Nos seus dois primeros álbuns, Pad sounds (1997) e Thrillseekers (1999), a dupla andava por caminhos electrónicos que tinham como objectivo desbravar o jazz, dando-lhe outra direcção. O trabalho foi bem feito, o jazz tinha uma característica espacial. Era downtempo para o menino e para a menina, feito numa altura em que estavam a emergir projectos do género como Kruder & Dorfmeister, Trüby Trio, Jazzanova, entre outros.
Depois de um silêncio de sete anos, os Karma voltaram em 2006 com o álbum Latenight Daydreaming. As diferenças entre este álbum e os anteriores são bastantes, o que antes era electrónica jazz, agora passou a ser electrónica muito pop e light, recorrendo a elementos folk e neo-soul. Há para aqui canções polidas até demais, com grandes doses de sentimentalismo, há cheiro a Zero 7, a Air ou até mesmo a Terry Callier. É um álbum que demonstra a capacidade da dupla na produção e pouco mais. Ainda bem que temos os dois primeiros para recordarmos os bons Karma, e pode ser que eles voltem.
Para ouvir fica o tema Let's go thrillseeking, retirado do seu segundo álbum.

Karma - Let's go thrillseeking
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10 Janeiro 2009

A cantora Ann Colville e o produtor Dub-L formam os The Controls. Este duo de Nova Iorque faz daquele trip-hop à antiga e com uma inflência hip-hop a nível de produção. Até agora e com muita pena, só têm um álbum cá fora e já data de 1999, de seu nome One hundred. À voz suave de Ann Colville, juntam-se os beats bem definidos de Dub-L. Recorre-se à guitarra clássica, aos violinos, a uns teclados e a meia dúzia de scratches para completar a produção. É um disco simples que aparentemente qualquer um, com mecanismos suficientes o poderia fazer, a diferença é que Ann Colville e Dub-L fazem-no muito bem feito.
O texto que apresento a seguir acrescenta mais alguma coisa ao que escrevi.

"To say we can't get enough of good Trip-Hop may be an overstatement, but this album is so good we can't let it slip through the cracks. Featuring seductive vocals so sensual they've got to be a sin and stripped-down back-beats by Mike 'Dub-L' Delaney, 'One Hundred' is an urban soundtrack fit for all. The album is solid from start to finish, mostly filled with the resonance of Ann Colville's stunning voice, and sprinkled with just a touch of hip-hop lyricism from guest rapper Aesop Rock this album succeeds from minute one. To the credit of the producer Dub-L, it is hard to single out any one song that particularly shines, as this an album that flows exceedingly well from one impressive work to the next."
The Controls - Opium dreams
One hundred download
Password (se necessária): http://www.rhhb.blogspot.com/

08 Janeiro 2009

B. Fleischmann nasceu em Viena no ano de 1975. Começou a sua carreira musical como pianista, mas depois deixou-se seduzir pela bateria. Durante a adolescência chegou a formar duas bandas, Speed is Essencial e Sore. Foi na sua cidade natal, que em meados dos anos 90, a música electrónica lhe começou a chamar a atenção e então B. Fleischmann, passou de baterista a produtor, com a ajuda do seu laptop.
Faz parte da família Morr Music, que o acompanha desde 98, e onde figuram nomes como Ms. John Soda, Lali Puna, Eletric President e Popolous, entre outros.
A sua música é a mistura de electrónica com indie. As suas paisagens sonoras são, em grande parte das vezes, melancólicas e a permitir a evasão. Às suas belas melodias, Fleischmann começou a juntar vozes convidadas, nos últimos álbuns. Coisa fina para esquecer a crise por momentos.

Discografia:
:: Pop Loops For Breakfast (1999)
:: A Choir Of Empty Beds (2000)
:: TMP (2001)
:: Welcome Tourist (2003)
:: The Humbucking Coil (2006)
:: Melancholie/Sendestraße (2007)
:: Angst Is Not A Weltanschauung! (2008)

B. Fleischmann - Gain

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07 Janeiro 2009

Egadz! vem das terras do tio Sam, mais concretamente da Califórnia. O homem domina os MPCs e os MPDs como pouca gente, manda batidas com classe e qualidade, mete samplers no caminho certo e cria instrumentais maravilhosos. Podem fazer-se comparações aquilo que o velho Dj Shadow e não lhe fica atrás.
Sobre batidas a la hip-hop, cria instrumentais que albergam samplers de piano (muito piano), guitarras, algumas frases ditas por não se sabe quem, scratches mas poucos e no momento certo. O resultado é um hip-hop (?) instrumental, com ambientes que tanto nos transmitem uma grande intensidade, como logo de seguida nos relaxam.
Tem já quatro álbuns na bagagem, Monotony (2002), The cardboard box (2003), Sad music makes me happy (2005) e Shining hours (2008). Este último, tem grande parte das músicas que vinham no anterior, e isto talvez se explique por causa da mudança de editora.
E só mais um bocadinho de história via myspace do artista:

"Egadz!, a californian native, got his musical start as a battle DJ/turntablist in San Diego during the mid-ninties. In 2002 Monotony, his solo production debut was released on Monotonous records which he founded with partner Paul Peterson. Egadz continued to release albums that recieved world-wide acclaim and landed his songs in a myriad of video's and programs such as 411 video magazine and Fuel TV. His emotionally charged hard-hitting productions and polished live sets transgress genre-lines, painting sonic pictures in his distinctive electronic fashion. This true D.I.Y artist handles everything from licensing to bookings."

Para ver e ouvir fica o tema What we are destined to do, primeiro single retirado do seu último álbum

Egadz! - What we are destined to do
Shining hours download

Quando se fala em música vinda de Bristol, pensa-se logo em qualidade. E é precisamente de Bristol que chega o projecto Receiver Aka Ratman. Até ao momento lançou dois excelentes álbuns, Chicken milk (1998) e Teddy has stopped breathing (2001), ambos contam com a colaboração do cantor Rich Beale. O cena é trip-hop luminoso, com batidas bem definidas e combinadas com vozes melódicas e suaves. Podem fazer-se algumas comparações com os primeiros álbuns dos Massive Attack. mas com com sonoridades mais leves.
* Atenção que o vídeo só começa aos 15 segundos, mas eu não tenho culpa :-)

Receiver - Santa Maria

Teddy has stopped breathing download

05 Janeiro 2009

Unkle Ho é um produtor chinês/australiano, que cresceu em Sidney mas nasceu em Hong Kong. Membro do grupo de rap The Herd, em 2005 resolve lançar as suas ideias musicais a solo, com o álbum Roads to Roma e em 2007 volta à carga com Circus maximus. Os seus álbuns oferecem-nos um broken beat genuíno, construído com uma panóplia de influências e sonoridades distintas. Passeiam-se pela sua música os ritmos hip-hop, a música cigana do leste europeu, o jazz, o dub e a folk, criando uma teia musical orgânica muito interessante. Nos seus álbuns, essencialmente instrumentais, entram os samplers, o baixo, a harpa, os clarinetes, o violino e outros mais. Para escutar fica o tema Big bad rag, primeiro single de Circus maximus.

Unkle Ho - Big bad rad
Circus Maximus download

03 Janeiro 2009

"Só có boca eu sozinho fazia isto..."

aqui falei do projecto Megafone há uns meses. Referi que este projecto, um dos mais inovadores da música portuguesa, tem 4 discos lançados e difíceis de encontrar. Agora volto a falar desta aventura de João Aguardela, porque encontrei os 3 primeiros volumes. Para ouvir deixo novamente o tema Aboio, mas com outro vídeo, porque "Só có boca eu sozinho fazia isto...".

Megafone - Aboio

Megafone 1 download / Megafone 2 download / Megafone 3 download
Links roubados daqui.

01 Janeiro 2009

Para terminar o ano, vou deixar aqui uma proposta bem relaxante. Omnimotion é o projecto do sueco Stefan Lundaahl, conhecido pela sua música emotiva, ambiente e tranquila. Com dois LPs lançados, Omnimotion (2002) e Dream wide awake (2006), Omnimotion apresenta-nos ums sonoridade orgânica e electrónica, com a presença de pianos, violinos, acordeão, guitarra, harpa, flauta e por vezes vozes clássicas. Cria atmosferas coloridas, mágicas e reveladoras de um amor pela natureza. Os seus álbuns são hipnóticos e melódicos, entre os ambientes abstractos e as canções, entre o dub, o trip-hop, o downtempo e a IDM. Altamente recomendado!
Deixo para ouvir o tema Days of silence, retirado do seu segundo álbum. O vídeo não é oficial e é miserável, mas a música sobrepõe-se a isso.

Omnimotion - Days of silence

Dream wide awake download

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