Como um Homem não é de ferro e eu ando cansadíssimo, porque o trabalho tem apertado, só passei por aqui para deixar a minha recente descoberta, apesar de já andarem nisto há uns anos. Eles são alemães e dão pelo nome de Pupkulies and Rebecca. Já contam com três álbuns na bagagem, The way we (2006), Beyond the cage (2007) e já este ano, acabadinho de saír Burning boats. São canções onde o minimalismo da house se cruza com ambientes downtempo, trip-hop, pop. Música feita para sonhar e para dançar. Recomendo qualquer um dos seus álbuns, porque são bons para c#ralho. Mas aqui vou deixar o mais recente e sobre Burning boats deixo tirado daqui, o seguinte:"Burning Boats is the new Longplayer of Pupkulies & Rebecca, the Berlin minimal chanson house pop duo. Electronic music meets Chanson, the straight bass drum reconciles with the acoustic guitar, Minimal House mates with Songwriting. This might sound weird, but can be so natural. PUPKULIES & REBECCA is the musical union of two persons who have been real life lovers for a long time. They champion every day life as Janosch Blaul and Rebecca Gropp and ever since their predecessor album "Beyond The Cage" it is known that they are true champions in music as well. Talent likes talent and PUPKULIES & REBECCA have sufficient amounts of it. The album "Burning Boats" proves this impressively. It is more than just a sign of life, it is a bold exclamation mark!"
Pupkulies and Rebecca - Confused
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Marcus Füreder, conhecido no mundo da música como Parov Stelar, é um senhor de quem eu já ando para falar aqui há muito, muito tempo. Tenho-lhe seguido a carreira com muita atenção. Logo no primeiro disco Rough Cuts (2004), fiquei fã com aquela mistura de jazz swing e electrónica. O tema Psychedelic jazz era aquele que eu não parava de rodar. em 2005 lança Seven and storm, na mesma onda e com o mesmo requinte e em 2007 é a vez de Shine, que mantinha as mesmas linhas de produção e aventurava-se em caminhos ainda mais dançáveis. A sua produção mistura o downtempo, breakbeat, traços de house e algum funk com muito jazz swing. É música para dançar ou para se estar simplesmente no sofá a relaxar. Ainda a propósito de lançamentos, em 2008 lança para o japão Daylight, que era uma espécie de best of, com alguns originais à mistura. Este ano acaba de saír That swing (que penso ser uma edição para a grécia), que também é um best of, só que na minha opinião, falta lá o acima referido Psychadelic jazz. Fica para ouvir o tema Matilda e para conferir na íntegra That swing.








